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Salto Alto x Salto Baixo

Quando eu era "mocinha" eu AMAVA salto alto. Desde os 15 anos desfilava por aí com saltão, bico fino e nada abalava meu caminhar e nem minhas costas. Tinha n pares e sempre achava que tinha pouco. Tênis eu tinha 1, velho, surrado e que mal usava. Detestava ficar baixinha (tenho 1,70, exagero é meu sobrenome) e gostava, amava meus sapatos desconfortáveis e altos. E assim foi até que eu engravidei. Em uma conversa com meu GO, ele disse que o salto alto não faria mal, mas que era desaconselhado mais por uma questão de equilíbrio. Saí da consulta rindo, pensando: "Ha, ha, ha! Ele não conhece a modelo de passarela aqui!". Depois de algumas semanas, alguns sapatos se tornaram ainda mais desconfortáveis. E eu, que me achava dona de um equilíbrio impecável, quase me estatelei no chão. OPA! Sinal vermelho! Aproveitei um final de semana e fui ao shopping comprar roupas confortáveis. Lá achei uma sapatilha e uma rasteirinha. Olhei, ri, pensei e comprei. Também comprei um tênis...

Feriado...

O feriado foi tranquilo. Fomos para a praia com a certeza de que nossos dias seriam regados por muita chuva. Dito e feito. Quase viramos a Família Sapo, mas conseguimos descansar um pouco. Sábado a pequena acordou com febre e assim foi o dia todo. Ela parecia gripada, mas como o estado geral era excelente concluímos que se tratava de uma reação alérgica ao mofo (não importa quantas vezes você limpe uma casa de praia, se ela fica fechado por mais de 10 dias o mofo toma conta). Domingo ela já estava serelepando pela casa normalmente, como se nada tivesse acontecido. Conseguimos ir a praia somente na segunda-feira. Aproveitamos pra cavar buracos na areia e para apreciar a reação da baixinha quando viu o mar novamente. Ela quase teve um treco de felicidade. Lógico que ela queria ir se atirar nas ondas, mas o bom senso falou mais alto e ela ficou no (des)conforto da areia molhada. Voltamos pra casa e aproveitamos pra colocar bagunças em dia, organizar nossa agenda para a semana. Terça foi f...

Momento Intelectual "TEEN"

Fazia muito tempo que eu não fazia uma das coisas que eu mais gosto: LER. Desde que a pequena nasceu a única coisa que eu lia eram sites sobre bebês, artigos sobre bebês, revistas sobre bebê e livros sobre bebês. Meu lado "fantasioso" (sim, eu mergulho de cabeça nos livros que eu leio e muitas vezes consigo me imaginar como sendo um dos personagens, não necessariamente a mocinha...hehehehe) estava guardado. Eu nunca arranjava tempo pra ler. Eis que numa bela tarde que eu fiquei em casa morgando, completamente sozinha, resolvi assistir alguns filmes que tinha baixado. Assisti 3 de uma única vez: Resident Evil 3, Crepúsculo e HellBoy2 (eu tb gosto de enlatados, historinhas que, dificilmente, poderiam ocorrer no mundo real). Depois de terminar de ver o filme Crepúsculo, resolvi que iria ler os livros da série: Twilight, New Moon, Eclipse e Breaking Down. Pra conciliar a leitura com o fator tempo, baixei todos os livros da internet, coloquei o note no quarto e lia depois da Ana d...

Uváááááá, Uváááááááá!

Ana Luiza é simplesmente viciada na tal da Uváááááá (uva passa). Toda vez que ela termina de comer ou sem qualquer motivo aparente, a menininha me olha, aponta a prateleira e pede: "Uvá! Uvá!". E assim ela detona um potinho de 150g em menos de 2 dias. Ela termina uma porção e vem correndo pedir mais uvá. Sábado fomos ao mercado e quando ela viu o potinho quase teve um treco, berrava desesperada que queria uvá. Tá, dei o potinho (fechado), mas não teve acordo. Ela queria comer a uvá e não estava nem um pouco disposta a esperar. Não queria abrir porque não é permitido consumir mercadorias do mercado dentro do local e também porque estou na nóia por causa da gripe A. Mas não teve jeito. O desespero dela era tão grande e o meu também (porque o bando de aposentados do mercado estava me olhando como se eu estivesse beliscando a pobre criança), que abri o dito do pote. E ela ficou toda faceira, comendo suas uvás com o nariz vermelho (de tanto se esgoelar) e olhinhos sorridentes de p...

Ligação

Ontem recebi uma ligação muito engraçada... Celular toca... número confidencial... Atendo. Eu - Alô! Moça - Por gentileza a Sra. Ana Luiza... Eu - Como? Moça - Sra. Ana Luiza Uhlmann Eu - Quem gostaria? Moça - Ela é cliente do laboratório TAL. Estamos fazendo uma pesquisa de satisfação. Eu - Hum... Ela não pode atender... (risos) Moça - Ela está ocupada? Podemos retornar ... Eu - Não... ela tem 1 ano e meio... vai ficar difícil a comunicação... hehehehehe Moça - Ah tá. Ligo mais tarde... (super sem graça!) TU TU TU TU

Isso é nojento!

Pessoal, eu vi o tópico no orkut e estou colocando o post de uma amiga aqui... Vale a pena ler e repassar! http://maedopedrinho.blogspot.com/2009/08/que-nojo.html Beijos

Culpa...

Ontem um sentimento muito estranho tomou conta de mim: CULPA. Desde que estava grávida eu sabia que a pequena iria para o berçário e a separação não foi tão ruim como pintavam. Na realidade, me sentia tranquila e feliz por ter um tempo meu, trabalhar, conversar coisas que não fossem: fralda, cocô, refluxo, horas sem sono. E também me sentia feliz porque via o quanto a Ana estava se desenvolvendo e como ela estava feliz com os coleguinhas. Daí, veio a mudança de escola que virou minha vida de ponta cabeça, mas passou. Foi fase. Ela se adaptou e eu também. Acontece que ontem, depois de duas semanas em casa devido a nova gripe, a baixinha voltou pra escola. Ela foi toda contente e eu saí aliviada por ver que ela não havia esquecido da escola, da profe e dos coleguinhas. Quando fui busca-la, tomei um balde de água congelada na cabeça. A profe me contou que ela passou o dia todo quietinha, no canto dela e que não quis saber de brincadeiras. Quando eu cheguei, ela me viu e chorou sentida. Do...