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É sábado!!

Nossa, sábado vai ser a festinha da Ana e o tempo está correndo contra mim. Ainda tenho que ver algumas coisas que estão pendentes e estou quase arrancando os cabelos. Por outro lado, estou super empolgada, louca pra ver o resultado final da organização. Confesso que não foi tão horripilante quanto pensava, todos os passos da organização. Mas eu e o Rafa concluímos que ano que vem ou faremos num buffet ou faremos uma coisa menor em casa. O valor que gastamos foi bem menor do que o do ano passado, isso é fato, mas a correria foi grande. Lista de convidados, comidas, bebidas, organizar tudo, decoração. Ainda bem que eu tenho ajuda da dinda, ou estaria FRITA! Mas, o mais importante é ver toda a empolgação da Ana com todos os detalhes. Ela está amando. Fica toda serelepe dizendo que vai ter "festa do vissário", isso não há dinheiro no mundo que pague. Quinta e sexta estarei off. Vou fazer toda a correria final, pagar fornecedores, checar tudo e daí sábado vamos fazer a decoração ...

Terrível Terrible Two... será??

Ana Luiza sempre foi uma menina (relativamente) tranquila. Mas de uns dias pra cá, a menininha adotou uma atitude nada bacana. Qualquer coisa que a gente pede é não, se a negativa vem da gente é escândalo certo. Tudo tornou-se difícil e desgastante... as vezes me questiono se ela não está possuída por um ser de outro mundo. Juro! Daí, lembrei daquela fase terrível: TERRIBLE TWO, a crise dos dois anos. Por um lado, fiquei em pânico, pensando como vou sobreviver sem ter um ataque, mas por outro, fiquei "sossegada" por saber que é isso e que essa fase passa. O jeito vai ser tomar doses extra de paciência. Quando os ataques de birra começam, bem que tento ser racional, conversar, fazer carinho. Mas me sinto tão frustrada, tão impotente, que acabo surtando e gritando... E, sabem como é, ataque de birra não tem hora e nem local marcado. Acontece em casa, no mercado, na casa da vó e quanto mais público, maior é o escândalo. É a gente dizer não que ela surta. E não hão Cristo que aca...

Cabelo, cabeleira, cabeluda e descabelada!

Um dos meus maiores traumas é esse meu cabelo ruim. Aliás, era, porque finalmente encontrei 3 coisas que me fizeram ter orgulho da minha juba: uma cabeleireira com cabelo cacheado que entende tudo de cachos, um corte de cabelo maravilhoso e prático e um shampoo ótemo! A-L-E-L-U-I-A!!!!! A história do meu cabelo é: eu nasci com cabelo enroladinho, cheio de cachinho na caxola... E daí que minha mamãe-vó sempre cuidou muito bem, lavando com shampoo especial, sem maiores invenções. Daí, veio uma MÁdrasta, que não se dava com a mamãe-vó (sogra e nora, já viu o rolo!) e me convenceu, no auge dos meus 7 anos, cortar os cachos no estilo Chitãozinho e Xororó. Pensem... virei uma coisa... minha mãe-vó chorava, eu chorava. O jeito foi cortar bem curtinho, o que me rendeu apelidos que eu me recuso a repetir. O cabelo cresceu e eu cresci. Achei que sabia TUUUUUUUUUDO e que era hora de cuidar do meu cabelo sozinha. MIFU$%##@! O cabelo virou uma coisa horrenda. NADA PARAVA. Vivia mudando e estragando...

FELIZ ANIVERSÁRIO, FILHOTA!!!!

Dois aninhos!!! Você foi o sonho que eu mais quis, o meu maior desejo... como eu chorei de alegria o dia em que descobri que você já estava morando dentro do meu ventre. O dia mais feliz da minha vida, até o dia da sua chegada, o dia do seu primeiro sorriso, os dias que tenho passado ao seu lado. Com todas as suas limitações de bebezinha, aprendi contigo a ser uma pessoa melhor. Aprendi a ser mãe, aprendi a me doar. Vi o quanto era egoísta antes de ter esse serzinho nos meus braços, me fazendo rir, me fazendo chorar, me fazendo sentir coisas que eu não imaginava ser possível. Sempre ouvi falar do tal "amor incondicional", muitas vezes eu achava que já tinha sentido. Mas não! Não até você chegar na minha vida. Amor incondicional é tudo que eu sinto por você, minha monstrinha amada! É acordar de madrugada só pra checar se está tudo bem, é ficar bobona quando eu ganho um beijo e um abraço repentino, é sentir esse cheirinho seu, é estar ao seu lado todos os dias. Amor incondicion...

Final de semana rendeu!!!

Depois de relaxar no Carnaval e curtir uma prainha, retornamos com os preparativos do aniversário da baixinha. E como dia de semana é o ó do borogodó, final de semana a gente bota a mão na massa, afinal, faltam 15 dias pra festinha da minha pequena. Aproveitando que papai ficaria em casa no findi, deixei a baixinha aos seus cuidados e me mandei. Lá fui eu cheia dos balangandans pra casa da Dinda colocar ela pra trabalhar também (ela é a mente criativa, sério!!!!!). Nossa tarde rendeu, conseguimos fazer as 40 lembrancinhas super hiper mega fofis! De um potinho de cerâmica feiosinho nasceu um vasinho fofo pra plantar uma "árvore de maçã do amor". Olha as fotenhas, que coisa mais linda e mais cheia de graça! Também fizemos as colherzinhas, aliás, os lacinhos para colherzinha dos doces de copinho e gelatinas. Foram 300 apertadas e cortador de papel, que era duro feito sei lá o que, que deixaram meu pobre dedão mega dolorido, como se eu tivesse queimado. Maaaas, ...

C A R N A V A L

Boa folia!!! E bom descanso!!! Bj

Escola grande!

Conforme o tempo corre eu começo enxergar melhor as diferenças entre a escola pequena e a escola grande. Além do espaço físico, que é uma coisa bem óbvia, existem coisas que a gente vai aprendendo durante todo o processo de adaptação. A escola que a Ana estava era direcionada exclusivamente para a educação infantil. Lá tínhamos livre acesso às salas e ambientes da escola, sempre respeitando alguns poucos limites existentes. Era como se a escola fosse uma extensão do nosso lar. O espaço também era bem reduzido, assim como o número de crianças. Salas menores, área de lazer menor. Sentia-me segura porque era uma experiência "controlada" e eu já sabia (mais ou menos) o que esperar. Quando tomamos a decisão de trocar a Ana de escola, optamos por uma escola maior. Essa vai do maternal ao 9º ano. Tem uma professora na porta quando chegamos, que nos recebe e interfona pra sala do aluno da educação infantil para que uma das profes venha receber o aluno e conduzi-lo até a sala. Há uma ...