Pular para o conteúdo principal

Postagens

16 semanas

Ontem entramos na 16ª semana. Agora, com o fim dos enjôos, a fome aumentou e o sono resolveu dar as caras, assim como as oscilações de pressão. Nada de ruim/grave/insuportável, na verdade eu me sinto super disposta. Trabalho o dia todo, a noite chego em casa e ainda consigo curtir um pouco com a baixinha. Tudo bem que lá pelas 22h eu capoto, daí só no dia seguinte. Eu acho que essa gestação tá correndo demais. Ontem, na casa do avós das crianças, a vó me disse que não posso deixar pra fazer as coisas na última hora. Afinal, dezembro e janeiro são meses de festas e férias, quase nada funciona. Foi então que eu me toquei que o ano também está acabando. Daí, bate aquele desespero básico: "Céus, dá onde vou tirar tempo pra fazer tudo?" Mas no final, sabemos que as coisas se ajeitam e dão (praticamente) certo! Ana Luiza está cada dia mais consciente da chegada de um novo membro na nossa família. Agora, ela divide as guloseimas dela com o pequeno. Dá um pra mãe, um pro pai, vários ...

Nomes

Nosso Guri ainda não tem nome. A gente segue chamando ele de Wylgner ou de bebê/neném. Se eu acho estranho?! Mais ou menos. Na gravidez da Ana o nome já existia antes de ter a confirmação do sexo. Agora, nada ainda de nome. O "poder" da escolha é do papai Rafael. "Poder" que está deixando amigos e familiares aflitos ou de orelha em pé. Toda hora tem um nome mais absurdo que o outro. Ou é o mistério. Rafael disse que vai escolher o nome tranquilamente já que ele ainda tem aproximadamente 25 semanas pela frente. Chega a ser engraçado, a gente chega na casa dos avós da Ana e a primeira coisa que eles perguntam é: "E daí, Rafa, escolheu o nome?" O Rafa, com a maior calma do mundo diz: "não!". Daí, ele tenta de todas as formas mudar de assunto, quando todo mundo só quer que ele se decida logo. Esse final de semana ele disse que pensou, somente pensou em um nome: "João Vitor". Eu, particularmente, não topei muito não. Sei lá, minha reação foi...

Desapego... ou não...

Finalmente tomei vergonha e comecei a separar as coisas que eram da Ana e que poderão ser usadas pelo Guri. No final não restaram muitas coisas, mas o básico conseguimos salvar. Incrível como tinha coisa... 85% cor de rosa, lilás, com babados, frufrus. Os outros 15% são coisas que a dinda emprestou (que eram do Leo) e algumas roupinhas básicas e bodys clarinhos. Além de ter minha rinite atacada por mexer em coisas que estavam guardadas há um bom tempo, foi delicioso relembrar cada momento que cada uma daquelas roupinhas representam: a primeira saída pra tomar vacina (um tiptop rosa que foi presente da minha irmã), o primeiro All Star que foi comprado na primeira ida ao shopping (que nos rendeu um escândalo sem tamanho da baixinha e um cocô atômico que vazou quase até o pescoço), cueiros que eu usava pra enrolar a pequena nos primeiros banhos (alguns deles foram meus quando eu era bebê!). Daí, lembrando tudo isso, me bateu uma sensação tão gostosa e outra não tão gostosa assim: eu ainda...

Tum, tum, bate o coração...

Nossa, nem me lembro quando foi a última vez que tive um pouco de tempo pra vir aqui escrever.... A correria com o retorno ao trabalho tá enorme. Sem contar com as "n" coisas pra resolver, ainda tenho que lidar com algumas crises familiares (mais conhecidas como birras e ataques) e com o cansaço de final de dia. Oh, my! Hoje, finalmente, consegui comparecer à consulta pré-natal. Em dois meses só ganhei 3kg! Olha que lindo! Ganhei os parabéns do meu GO. Fiquei orgulhosa de mim mesma! Pressão ok, exames ok e lá fomos nós ouvir o coração do pimpolho com aquele aparelhinho. Coisa gostosa! O coração fazendo: "tchuco-tchuco-tchuco" super rápido. E, como meu GO adora uma gracinha soltou: "E não é que tem neném aqui mesmo?!" Hahahahaha! Agora, é fazer a US morfológica e nova consulta. Parece ser mais light do que na primeira gestação, a pressão parece ser menor, sei lá. Ou talvez seja a falta de tempo. O dia passa tão rápido que a gente vai parar pra pensar quand...

O que eu aprendi?

Amanhã já é sexta e eu nem acredito que a semana passou tão rápido. Mesmo tendo ficado em casa quase que 24h por dia, tentando trabalhar, cuidando das coisas da casa, brincando e dando bronca nesse mini-furacão chamado Ana Luiza e tendo dores nas costas causadas pela gravidez e por essa cadeira nada confortável que eu uso. O trabalho fluiu. Não da maneira como flui no ambiente do escritório, mais formal, mas entre mortos e feridos, todas as planilhas foram entregues, todos os devedores devidamente notificados e todos os clientes devidamente atendidos. Ufa!! Não posso mentir e dizer que me dediquei durante as 8 horas de trabalho, mas deu tudo certo, mesmo dividindo a atenção com outras coisas. A casa eu nem me esquento muito. A diarista veio na terça, limpou e organizou. Eu lavei várias máquinas de roupa e tudo ficou relativamente organizado. As contas foram pagas sem necessidade de sair, o mercado foi feito (no horário de menor movimentação e de forma tão rápida que The Flash ficaria e...

O lado prático

Agora que temos certeza de que quem vem lá é o Wilgner*, comecei a pensar no lado prático da coisa. O enxoval é um dos itens. Como eu já disse antes, guardamos TUDO da Ana Luiza. Agora, vou ter que garimpar e separar as roupas usáveis por um bebê do sexo masculino. São TANTAS coisas que nem sei por onde começar a separar. Depois que fizer toda a peneirada vou ter uma idéia do que vamos precisar comprar. O carrinho e o bebê conforto que temos são cinza com cor-de-rosa. Meu marido disse que dá pra recapar. Eu detestei a idéia. Sério mesmo! Mas se a grana estiver curta, vai ser assim mesmo. Mas, quem sabe, alguma alma caridosa presenteia o bebê com um carrinho. O bebê conforto quase não tem detalhes em rosa, então tá tranquilo. Hehehehehe! Aviso ao Papai Noel que troco todos meus presentes por um carrinho masculino. Hahahahaha! O quarto... eu vou manter ele branco. Talvez coloque um adesivo na parede do berço (onde vai ficar o bebê) e um adesivo na parede da cama (onde, supostamente, fica...