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Hoje, gatinho Gu, completa 17 meses fora da barriga. E eu estou cada dia mais apaixonada e feliz. Sabe quando a gente olha pra família da gente e tem a certeza de que não precisa de mais nada, que encontrou um equilíbrio e uma felicidade tão grande que é difícil de explicar?! É assim que eu tenho me sentindo. Só tenho que agradecer!  Aos 17, ele corre pela casa toda. Nada é feito em baixa velocidade. E toda essa pressa já rendeu tombos e batidas dignas de vídeo cassetadas. Entende TUDO que falamos, mas pouco fala. As palavrinhas preferidas e mais usadas: * Mamanhê (sou eu!) * Papa (papai ou comida) * Naninha (Ana) * Ikita (Nikita, nossa cachorra) *Cocô (o próprio) * Uouó e Uouô (vovó e vovó) * Iaaaaaaaaaaaaaa (Bom dia) Dorme praticamente a noite toda, no seu berço. Tem dias que pede um mamazinho perto da meia noite. Em outros, dorme umas 10 horas seguidas. Ai, mamãe agradece! Adora a escolinha, mas fica todo faceiro quando nos vê (eu e Nanin...

Só pra contar...

Que tudo correu bem, que a cirurgia foi um sucesso e que Ana Luiza já está apavorando pela casa. A respiração dela está 80% melhor, quase não faz mais barulho e já não fica se debatendo enquanto dorme. Nesse meio tempo, ela se entope de sorvete, suco, gelatina, iogurte. A alimentação normal já foi liberada, mas não pode ser quente, tem que ser morninha. Ainda não pode nada muito duro (bolacha, salgadinho, etc), mas vamos levando. Depois de todo o estresse e nervosismo, estou tranquila e feliz por termos tomado a decisão de operar! Está valendo a pena! :)

Ansiedade e medo

A cirurgia da Ana se aproxima e com isso meu coração que estava relativamente tranquilo começa a bater feito bateria de escola de samba. Estou ansiosa e com medo. Já fizemos todos os exames pré operatórios e tudo parece bem. Segunda ela fara o pré anestésico e quarta será a cirurgia. Devemos estar no hospital às 6 da matina, cirurgia é as 7. Já montamos todo um esquema para os cuidados com o Gu e isso me deixa menos estressada. Sei que a cirurgia é simples, tranquila, mas estou com medo. Nem conversei sobre isso com meu marido, não quero mais uma pessoa pilhada em casa. De neurótica já basta eu. Mas, confesso, a idéia de anestesia, centro cirúrgico me dá calafrios.  Ainda, pra fechar o pacote de medo, o hospital em que ela vai ser operada é o mesmo em que minha mãe faleceu. Não houve erro, negligência, nem nada. Sempre fomos bem atendidos, minha mãe faleceu por outras causas. Depois disso, nunca mais pisei nesse hospital. Quando fiquei sabendo onde a cirurgia seria fei...

Batismo do Gu

Sábado amanheceu frio, mas com um céu azul e um lindo Sol brilhava. Não poderia ser mais perfeito. Gustavo completava 1 ano e 4 meses de vida. E esse foi o dia escolhido para seu Batismo. Sim, demorou. Eu sei. Demorou porque a vida é corrida, porque nem sempre conseguíamos uma data em que poderíamos reunir todas as pessoas queridas. Os padrinhos foram 3. Dois padrinhos e uma madrinha. O tio e os dindos da Ana Luiza, nossos melhores amigos de sempre. Não poderíamos escolher padrinhos que não eles.  A cerimônia foi realizada na Igreja Ortodoxa, que nos recebeu de braços abertos. Uma cerimônia simples, sem sermão de Padre, sem lições de moral. Foi leve, divertida e emocionante. Gu ficou a cerimônia toda no meu colo, meu chicletinho. Não teve choro, somente sorrisos. Foi tão bacana. E nos sentimos muito acolhidos pela Igreja e pelo Padre Jorge. Mas por que optamos por batizar nosso caçula em outra Igreja? O primeiro motivo foi a cobrança de curso de Batismo. Fizemos qu...

Adenóide

Ana Luiza sempre teve um sono meio agitado, mas eu achei que isso era dela. Mas dormindo com a gente, mesmo agitada, ela dormia. Então, um belo dia, ela foi dormir na casa da avó e ela me perguntou como a gente conseguia dormir com a barulheira e agitação da Ana. Dei risada, porque achava que era coisa de avó, mas uma luzinha vermelha acendeu e comecei a prestar atenção nas madrugadas.  Gente, que dó! Que MENAS MAIN! Ana Luiza ronca horrores, chega a ficar sem ar, respira só pela boca... Comentei com a pediatra e ela me disse que poderia ser adenóide. Lá fui eu "googlar" o que era essa tal de adenóide. Grosseiramente falando é uma "carninha" que se forma no fundo do nariz e que atrapalha a entrada de ar. Ela pode se resolver sozinha até os 6 anos, mas alguns casos resolve-se com uma cirurgia simples. Cirurgia = MEDO! Fizemos o raio-X solicitado e apareceu um comprometimento de 2/3. 2/3!!!! PQP!!! Então, a pediatra prescreveu homeopatia para que fosse...

Calmaria, sua linda!

Depois de vários estresses, chororô, brigas e todo aquela loucura a calmaria finalmente se abancou em casa. E que ela tenha vindo pra ficar. Assim como a mudança radical no comportamento do Gu veio, ela foi. Confesso que não foi nada fácil, que achei que nunca iria acabar e que não daria conta. A frustração estava enorme. Mas, voltamos à rotina em casa. Depois da fase xilique Gustavo mudou o horário de dormir e está mais "tagarela". Ele dormia por volta das 20h, agora dorme por volta das 21h. Não é nada ruim, pelo contrário, tem sido bom. Assim podemos esticar nossas saídas sem que ele esteja cansado demais quando a saída vai um pouco além do esperado. Ele fica mais ativo, brinca, quase não chora. Super bom isso!  Quanto à tagarelice, ele ainda não fala. Somente: mamã (mamãe), papá, dadá (papai), bobó (vovó). Mas ele "fala" muito na sua língua. Pelos cotovelos. Ele conversa com a Ana Luiza, que é a única capaz de manter um diálogo com o Vermelhinho. É s...

Paciência, cade tu?

Mais uma vez vou reclamar da minha total falta de paciência. Procuro fazer tudo certinho, tudo bonitinho, mas ultimamente tá fróids!  O estresse tem me levado à loucura. Eu olho minha cara no espelho e vejo uma expressão de pânico. Sabem aquelas mulheres doidas, descabeledas, com olheiras, com cara de amargura. Pois é... São fichinha perto da minha cara. FI-CHI-NHA! Isso é grave, triste. Sempre quis ter filhos, ser mãe. Mas ultimamente ando questionando minha qualidade materna. Brinco no chão, dou colo, dou carinho, cuido de toda higiene, da saúde, educo, mas ainda assim eu tenho dois filhos que adoram um drama, uma crise.  O Gustavo está em uma fase crítica. Parece que o tal do "Terrible Two" chegou aos 15 meses. Ele grita, chora, se cospe, se joga. Nada tá bom. Se está no chão, quer colo. Quando pego, ele se joga pro chão. E daí começa uma gritaria sem fim. Já pensei até em comprar protetor auricular, porque ele berra com uma força, uma vontade.  As...