Eu sempre tive medo do que poderia acontecer com a Ana Luiza na escola. Neura básica de mãe: será que ela vai chorar? Vai sentir minha falta? Vai comer? Dormir? Será que ela vai morder os coleguinhas? Ou será que ela vai ser mordida? E a lista não termina... uma coisa... Mas agora, com ela maiorzinha, falando aos quatro cantos, eu fico um pouco mais tranquila, pois posso acompanhar aquilo que não posso ver. E nessa de acompanhar, eu passei a ver também. A minha filhota, tão bem cuidada, chegando em casa com mordidas e, algumas vezes, reproduzindo comportamentos agressivos. Foi uma ducha de água fria. Lógico que a gente "entende" que pode acontecer afinal, a mordedora poderia ser a minha filha. Acontece, mas não é certo, é preocupante, quando o troço vira rotina. A gota d'água foi o dia que ela chegou com o dedão PRETO (sabe sangue preto?!) embaixo da unha. A "mordedorinha" mirim tinha tascado os dentinhos no dedo da minha filha, a ponto de deixar a carne debaix...
Eu e eles